ENSAIO SOBRE O FIM DO AMOR
radyrgoncalvesaraujo 04-04-2009 GTM 1 @ 03:12
Para Vânia Lá eu Num brêu Chinês Acorrentado Das brechas da arapuca Eu não vejo o sol Não vejo nenhum um brilho além E eu preso Nas trevas que não criei Branca, eu sou a flor sensível Que chamam de amor Branca, eu sou a relva da nascença Sou a cura das doenças Eu sou uma alma vestida de paz... Tinha uma armadilha no caminho Um inimigo fez isso Lançou semente errante Crucificou-me Branca, eu morri embalado de tristeza Branca, sepultaram-me no jazigo da incerteza Branca, nem morto eu descanso... O amor deu as costas Deu três passos a frente Olhou pra trás E numa mira certeira Cravou-me um punhal no peito

Do Melhor
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Existe no universo a lei da justiça, da verdade, da honestidade, da ética, da boa fala, a essa lei responder toda a boa energia de Deus. Por isso eu me dopo de paz nas águas seguras que permeiam minha alma angustiada... Há coisas que parecem ser e não são. O universo as revela, pois há um ser maior, há um brilho melhor, há um poder maior do bem. O mal nunca vai prevalecer. A bondade flui pra onde flui os bons pensamentos... Admiro-te demais, sei que lógo chegará o tempo em que as cortinas do invisivel se abrirão e sei que lá estarei, triste pela perda, alegre por que sei que da pena que sai palavras de inspiração nunca sairá palavras torpes do tipo anotada em certo lugar.... Aleluia! Eu creio nas ondas de transformação do universo. Eu creio quando ouço uma velha música americana que diz: Quando eu estou cansado, e em meio as sombras estou, triste ou magoado, sofrido e com espinhos, eu volto sem receios ao meu Bom Salvador, os seus olhos me contemplam e me dá a paz... Pois Se Deus dá paz as aves, me dará tal paz também.... EU NÃO FIZ AQUILO, É DISSO EU TENHO CERTEZA.