ENSAIO SOBRE O FIM DO AMOR
Para Vânia Lá eu Num brêu Chinês Acorrentado Das brechas da arapuca Eu não vejo o sol Não vejo nenhum um brilho além E eu preso Nas trevas que não criei Branca, eu sou a flor sensível Que chamam de amor Branca, eu sou a relva da nascença Sou a cura das doenças Eu sou uma alma vestida de paz... Tinha uma armadilha no caminho Um inimigo fez isso Lançou semente errante Crucificou-me Branca, eu morri embalado de tristeza Branca, sepultaram-me no jazigo da incerteza Branca, nem morto eu descanso... O amor deu as costas Deu três passos a frente Olhou pra trás E numa mira certeira Cravou-me um punhal no peito

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